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Repúdio contra a morte das tartarugas no CETAS

sábado, 15 de julho de 2017 | 14h27

Tivemos informação da autorização solicitada pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS ), concedida pelo IBAMA há duas semanas, liberando a morte de 72 tartarugas que estavam sob a responsabilidade do CETAS. Ainda não obtivemos a confirmação de que já foram mortas. Os órgãos ambientais não teriam recebido esta informação e não conseguimos contato com o CETAS.

Do que sabemos, a solicitação do extermínio das tartarugas seria pela impossibilidade de mantê-las no CETAS após seu fechamento, e da impossibilidade de soltá-las na natureza ou encaminhá-las para adoção por serem espécie exótica “invasora” – espécies “levadas” por ação do homem, direta ou indiretamente, a uma região a qual não pertencem. É antiético, desumano e injusto que, quando se tornam “um problema”, sejam facilmente “descartadas”. O comércio legal e ilegal é o responsável pela maioria das ocorrências da presença dessas espécies onde “não pertencem”.

Ocorre que estes animais podem ser encaminhados com responsabilidade a lares responsáveis, considerando o fato de não poderem ser soltos na natureza por apresentarem risco ao equilíbrio ambiental. Foram trazidas a nossa região por interesses do homem. É uma questão, no mínimo, moral que sejam preservadas e encaminhadas com segurança.

Qualquer impasse entre poder público e o CETAS quanto a responsabilidade e destinação dos animais, não justifica que sejam mortas. O que aconteceria se da mesma forma, as organizações e grupos que socorrem animais, realizando o papel do poder público, resolvessem matar os animais sob sua responsabilidade com a justificativa da dificuldade em mantê-los ou dificuldade em destiná-los????

A própria Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba (SPAC) trabalha com muita dificuldade para manter os animais que socorre e manter o socorro aos animais que necessitam, sejam vítimas do abandono ou mesmo animais com famílias com dificuldades financeiras, sendo que também oferece este serviço a comunidade. Hoje a SPAC deve uma fortuna em encargos trabalhistas a União, pois depende de funcionários para trabalhar diariamente na entidade, não se mantém somente com voluntários, pois voluntários trabalham em outros locais para se manter e ficam a disposição da entidade por tempo restrito. Deve ao poder público por exercer sua função, nem por isso deixa de cumprir com a finalidade a que se propôs, muito menos mata animais para desocupar espaço.

Estaremos acionando os órgãos competentes quanto ao destino das tartarugas e demais animais que estavam, ou ainda permanecem no CETAS.

 

Soraya Simon
Sociedade Protetora dos Animais de Curitiba
www.spacuritiba.org.br

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engenheiro Luis Paulo

Ao engenheiro Luis Paulo, que tem cedido boa parte do seu tempo voluntariamente, inclusive responsabilizando-se pela compra de materiais em nome da SPAC, para acelerar o andamento das obras.

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